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Panicum maximum cv. Massai - Revestido (Embalagem 10Kg) - Preço/kg: R$ 21,12

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A cultivar Massai BRA 007102 é um híbrido espontâneo entre Panicum maximum e Panicum infestum, originária da África e foi coletada na Tanzânia pelo Instituto Francês de Pesquisa Científica e Desenvolvimento em Cooperação – IRD.

É uma planta que forma touceira com altura média de 60 cm e folhas quebradiças, sem cerosidade e largura de 9 mm. As lâminas apresentam densidade alta de pêlos curtos e duros na face superior. A bainha apresenta densidade alta de pêlos curtos e duros. Os colmos são verdes e finos. As inflorescências apresentam ramificações primárias curtas sem ramificações secundárias. As espiguetass são pilosas, distribuídas uniformemente, com a metade da superfície externa arroxeada. O verticilo é piloso.

• Características agronômicas :
A cultivar Massai apresenta excelente produtividade de forragem, com boa velocidade de rebrota, média tolerância ao frio, boa resistência ao fogo e à cigarrinha-das-pastagens.
Como todas as cultivares de Panicum, o Massai é exigente em fertilidade de solo e apresenta alta resposta à adubação.
Quando comparada as cultivares Tanzânia e Mombaça, a cultivar Massai apresenta:
- Alta relação folha-talo; 
- Maior produtividade de matéria seca de folhas com talos finos;
- Porte mais baixo;
- Maior lotação animal/há, porém com menor ganho de peso vivo por animal;
- Melhor cobertura de solo;
- Sistema radicular mais adaptado às condições adversas do solo, como compactação, maior concentração de alumínio e déficit hídrico;
- Maior precocidade. 

• Resistência a pragas:
Outro aspecto importante de adaptação apresentado por essa forrageira é a sua resistência à cigarrinha-das-pastagens. Constataram-se baixos níveis de sobrevivência e prolongados períodos ninfais, caracterizando-a como pouco adequada ao desenvolvimento do inseto. O percentual médio de sobrevivência ninfal foi de apenas 10% comparável ao de cultivar Tanzânia-1. Essas observações foram confirmadas pela constatação de baixos níveis populacionais de adultos e ninfas de cigarrinhas em áreas estabelecidas com essa cultivar em condições de campo.

• Florescimento e produção de sementes
Em Campo Grande, MS (latitude 20° 27’S) essa cultivar é precoce e floresce durante o ano todo, porém com concentração em maio. Durante os dois primeiros anos, essa cultivar pode produzir até quatro ciclos de florescimento, entre os meses de março e junho. Estes ciclos são consecutivos e apresentam graus variados de sobreposição, os quais dependem da idade da cultura, das condições climáticas , dos tratos culturais e, principalmente, da aplicação de nitrogênio imediatamente após as colheitas de sementes. A produção de sementes puras é de, aproximadamente, 85kg/há. Em um grama de sementes da cultivar Massai encontram-se, em média, 900 sementes puras.

• Calagem e adubação
A cultivar Massai, a exemplo de outras cultivares do gênero Panicum, requer níveis médios a altos de fertilidade do solo e é uma das cultivares de Panicum mais tolerantes ao alumínio do solo. A quantidade de corretivos e adubos deve basear-se na análise de solos. Recomenda-se para implantação, na camada de 0 a 20 cm de solo, aplicação de calcário para elevar a saturação por bases de 40%-50% e adubação fosfatada para elevar os teores de fósforo ( extrator Mehlich-1 ) no solo: 
Solos muito argilosos (> 60%): de 4 a 5 mg/dm,
Solos argilosos (35%-60%): de 6 a 10 mg/dm;
Solos textura média (15%-35%): de 12 a 15 mg/dm;
Solos arenosos (< 15%): acima de 15 mg/dm.


O potássio deve estar na faixa de 50 a 60 mg/dm. Para os outros nutrientes recomenda-se a aplicação de 30 kg/há de enxofre, e para com os micronutrientes, 40 a 50 kg/há de uma fórmula de FTE que contenha cobre, zinco e boro, ou equivalente em fontes solúveis. Embora a cultivar Massai se adapte e persista em uma ampla faixa de textura de solos, comparada às demais cultivares, seu desempenho e persistência também são melhores em solo de textura média e argilosa.

• Plantio
Em climas com estação chuvosa no verão, como a região Centro-Oeste, o plantio deverá ser realizado de meados de outubro até fevereiro, sendo época ideal o período de 15 de novembro a 15 de janeiro.

O preparo de solo é o mesmo utilizado para a formação de outras pastagens, ou seja, aração e gradagem, quando necessário. Recomenda-se de 2,0 a 2,5 kg/há de sementes puras viáveis para ótimas condições de plantio e de 3,0 a 4,5 kg/há de sementes puras viáveis para condições adversas de plantio e plantio direto. A semeadura poderá ser feita a lanço ou em linhas com espaçamento variando de 15 a 25 cm entre linhas, a uma profundidade de 2 a 5 cm. Uma ligeira compactação favorece a emergência de plântulas.

• Produção, qualidade e manejo
Em área adubada e corrigida, a pastagem de capim-massai, sob pastejo rotacionado, com 7 dias de utilização e 35 dias de descanso, produz anualmente cerca de 25 t/há de matéria seca; dessa produção 70% durante a estação chuvosa. Nessa mesma estação, verifica-se uma produção de 60% de folhas. Durante o período seco, essa porcentagem se reduz para 18%. Avaliada sob pastejo rotacionado, os conteúdos de proteína bruta e a digestibilidade in vitro da matéria orgânica nas folhas e colmos forem, respectivamente, 9,7% e 8,3%; e 55% e 49%, e sem grandes variações ao longo do ano.

A produtividade de animais em pasto de capim-massai tem sido superior àquela obtida com o capim-marandu. Durante quatro anos sob um sistema de pastejo rotacionado, suportou 3,2 e 1,1 UA/há durante os períodos das águas e da seca, respectivamente. Os animais ganharam 400g/dia, durante o período das águas e mantiveram peso durante o período seco. A média da produtividade foi de 620 kg/há/ano de peso vivo.

Em função da alta taxa de rebrota e para manter melhor valor nutritivo ao longo do ano recomenda-se, para essa cultivar, o pestanejo rotacionado, com um período de descanso entre 27 e 30 dias (período das águas), por ser o Massai mais precoce que as outras cultivares do mesmo gênero. 

• Abrangência geográfica
A cultivar Massai destacou-se entre 30 outros acessos e cultivares da mesma espécie. Apresentou excelente desempenho nos seguintes Estados: Acre, Pará, Tocantins, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Piauí.

Destacou-se principalmente no Trópico Úmido (Acre, Pará e norte de Mato Grosso), tornando-se uma alternativa importante para parte dessas regiões onde estão ocorrendo problemas com as pastagens do capim-marandu. isto faz dessa cultivar uma forrageira promissora e de grande potencial para a diversificação e a viabilização da sustentabilidade de sistema de produção de bovinos de corte.

• Pontos positivos
- Alta produção de folhas e talos finos
- Boa cobertura do solo para proteção contra erosão e para plantio direto
- Resistência à cigarrinha-das-pastagens
- Opção importante para o uso na Pré-Amazônia
- Opção de uso para bovinos, eqüinos, ovinos e caprinos/boa opção para feno
- Apresenta potencial para sistema integração lavoura- pecuária.

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